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Professora acompanha alunos em visita técnica na empresa Bioland.
Notícias - CEMEA
Qua, 27 de Abril de 2011 11:16

Por Bruno Caruso


No último dia 20 de abril, os alunos do curso de Engenharia Ambiental do Centro UNISAL, campus Dom Bosco de Americana, realizaram uma visita técnica à empresa Bioland, em Piracicaba.

A Bioland realiza a compostagem de resíduos industriais e agroindustriais e, segundo informações fornecidas pela empresa, é integralmente licenciada pela CETESB, IBAMA e Ministério da Agricultura.

A compostagem de resíduos é uma prática que contribui para o desenvolvimento sustentável, uma vez que possibilita a transformação dos resíduos em produto (composto) ao invés de enviá-lo a aterros. O composto apresenta diferentes possibilidades de aplicação, podendo ser usado na agricultura ou até mesmo na recuperação de áreas degradadas, sendo que o composto produzido em Piracicaba é enviado a diferentes estados brasileiros, incluindo os da Região Norte.

O grupo do UNISAL foi recebido por Débora Cardoso, supervisora de Meio Ambiente da Bioland. Alunos dos 3º, 5º, 7º e 9º semestres participaram da visita, os quais foram acompanhados pela Profa. Dra. Ana Claudia Tresmondi.

 
Alunos de Engenharia Ambiental visitam tratamento de água e esgoto.
Notícias - CEMEA
Ter, 26 de Abril de 2011 13:33

Do UNISAL Notícias 

Alunos do 5º e 7º semestre do curso de Engenharia Ambiental – Americana, acompanhados da professora Ana Claudia Tresmondi visitaram a ETA – Estação de Tratamento de Água e a ETE – Estação de Tratamento de Esgoto do DAE (Departamento de Água e Esgoto) de Americana. A visita técnica aconteceu no dia 9 de abril.

O grupo de alunos foi recebido pela estagiária do DAE e também aluna do curso – Ketlen Domiciano que forneceu informações sobre o tratamento e os produtos utilizados para o trabalho.

O curso foca muito em visitas técnicas, pois os alunos têm a oportunidade de visualizarem operações e processos estudados em sala de aula nas diversas disciplinas do curso de Engenharia Ambiental.

 
Áreas protegidas da Amazônia têm falhas na gestão e pressão por desmatamento, diz estudo
Notícias - Clipping
Seg, 25 de Abril de 2011 15:18

Da Agência Brasil
Luana Lourenço/Repórter


Apesar de ocuparem 43,9% do território da Amazônia, as áreas protegidas do bioma não estão livres de ameaças à proteção da floresta, da fauna e de comunidades tradicionais. Estudo do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e do Instituto Socioambiental (ISA) mostra que, apesar de avanços nos últimos anos, as Unidades de Conservação (UCs) e Terras Indígenas (TIs) da região têm falhas na gestão e estão sujeitas às pressões do desmatamento, exploração madeireira e mineração.


De acordo com o relatório, “a criação e a manutenção de áreas protegidas é uma das estratégias mais eficazes para a conservação dos recursos naturais na Amazônia”, mas a preservação depende de gestão eficiente, ampliação das fontes de financiamento e controle das atividades ilegais.

Um dos principais desafios para a proteção efetiva dos territórios que estão em UCs e TIs, segundo os pesquisadores, é a consolidação dessas áreas. Até dezembro de 2010, por exemplo, 70% dos planos de manejo das unidades de conservação da Amazônia não estavam prontos. “Das 308 UCs estaduais e federais analisadas, apenas 24% possuíam planos de manejo aprovados; 1% estava com seus planos em fase de revisão; 20% estava na fase de elaboração, e 50% sequer tinham iniciado seus planos de manejo”, revela o levantamento do Imazon e do ISA.

A dificuldade na gestão também está ligada à falta de pessoal, com poucos fiscais responsáveis por áreas imensas de florestas, muitas vezes distantes de ocupações urbanas. Nas UCs estaduais, a média é de um funcionário para cuidar de 1,8 mil quilômetros quadrados (km²). Há casos em que a proporção é de uma pessoa para 4 mil km², uma área equivalente a 400 mil campos de futebol.

Nas terras indígenas, a homologação de áreas já reconhecidas e os conflitos econômicos e fundiários são os principais gargalos para a consolidação, segundo o relatório.

O desmatamento, que ameaça todo o bioma, também atinge as áreas protegidas, que teoricamente deveriam estar protegidas das derrubadas ilegais. De acordo com o estudo, 3,5% de todo desmatamento na Amazônia até 2009 estava em áreas protegidas, num total de quase 26 mil km² de floresta a menos. Há UCs em que 88% da vegetação original foi derrubada e TIs com 70% do território desmatado.

Além das pressões do desmate e da exploração ilegal de madeira e da mineração, as áreas protegidas também sofrem ameaças de alterações formais, geralmente para reduzir o tamanho dos territórios sob proteção. Em 2010, um estudo do Imazon identificou pelo menos 37 propostas formais para alterar 48 áreas protegidas da Amazônia.

No estudo, os pesquisadores sugerem medidas para fortalecer e consolidar as áreas protegidas na Amazônia, como o controle de ocupações irregulares, o aumento do número de gestores para atuação em campo nas unidades de conservação e a conclusão prioritária de processos de reconhecimento e homologação de terras indígenas.

 
Plano do PCJ é o mais bem avaliado de todo o estado
Notícias - Clipping
Qui, 31 de Março de 2011 09:12

Do Jornal O Liberal
Por Leslie Cia Silveira - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
 

O Plano das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí para os anos de 2010 a 2020 é o melhor do Estado de São Paulo. As ações previstas no programa - que incluem a recuperação dos rios que cortam os municípios da RPT (Região do Polo Têxtil) - obtiveram a maior pontuação na avaliação do CORHI (Comitê Coordenador do Plano Estadual de Recursos Hídricos).
Conforme informações divulgadas pela Fundação Agência das Bacias PCJ, a pontuação conquistada pelo plano regional resultará em mais recursos para as Bacias PCJ. A instituição explicou, por meio de nota, que os recursos provenientes do Fehidro (Fundo Estadual de Recursos Hídricos) serão aplicados em empreendimentos nas bacias PCJ visando a melhoria da qualidade e quantidade de água nos municípios, incluindo Americana, Santa Bárbara d'Oeste, Nova Odessa, Sumaré e Hortolândia.

Adriana Isenburg, Coordenadora Técnica da Agência das Bacias PCJ, que acompanhou todo o trabalho de elaboração do Plano que deverá transformar a realidade das bacias PCJ, informou que os projetos e empreendimentos inscritos pelas prefeituras e serviços de água e esgoto - visando à liberação de verbas - precisam estar inseridos nas metas do Plano de Bacias.

Segundo ela, essa exigência é feita para garantir que os investimentos viabilizados com as verbas do Fehidro promovam de fato a melhoria do padrão considerado ideal para os rios das bacias PCJ. A expansão demográfica e industrial nos municípios que compõem as Bacias, com população total média de 5,2 milhões de habitantes, exigem projetos que garantam a oferta de água em abundância.

DEZEMBRO

O Plano de Bacias da região foi aprovado em dezembro de 2010 pelos Comitês PCJ. De acordo com a Fundação Agência das Bacias, é o único Plano que contém proposta para atualização do enquadramento dos corpos d'água. O Ribeirão Quilombo e o Rio Piracicaba terão de se enquadrar aos padrões considerados aceitáveis, reduzindo a carga de esgoto.

O Plano de Bacias, elaborado pela Cobrape (Companhia Brasileira de Projetos e Empreendimentos) especifica diretrizes e ações para o uso, conservação e recuperação das águas. "Todo o trabalho realizado até agora teve como grande marca a participação da sociedade. E este envolvimento, esta conscientização de todos já está fazendo diferença e precisa ser mantido para atingirmos as metas do Plano", destacou a coordenadora técnica.

 
Engenharia Ambiental trabalha conscientização no Dia Mundial da Água
Notícias - CEMEA
Sex, 25 de Março de 2011 11:00

Do UNISAL Notícias


O curso de Engenharia Ambiental realiza há cinco anos no “Dia da Água” o movimento de conscientização do uso da água através de evento em local público. E este ano passaram pelo Parque Ecológico de Americana cerca de duas mil pessoas.

O evento tem a participação do professores e de todos os alunos do curso de Engenharia Ambiental do UNISAL e o curso técnico em Química do Colégio Salesiano Dom Bosco.

“Estamos cumprindo nossa missão sócio-ambiental que acredito ser uma missão de todos”, disse a coordenadora do curso de Engenharia Ambiental e idealizadora do projeto – Brigida Pimentel Villar de Queiroz.

As atividades deste ano foram várias, entre elas a exposição de banners, jogos educativos com crianças, demonstração da poluição da água, maquete com um sistema de reaproveitamento da água da chuva, exposição de bolsas e camisetas feitas com garrafas pet, distribuição de peixinhos para as crianças e os mais diversos experimentos.

Outra atração que chamou bastante a atenção foi a fantasia de um dos alunos que apareceu vestido do personagem Pânico que trazia um cartaz falando do uso consciente da água.

“O muro das lamentações também faz bastante sucesso pois as pessoas interagem e deixam seus recados sobre o uso e a preservação de nossos rios”, enfatizou Brigida. 

Também participaram do projeto, os professores Ana Claudia Tresmondi e Renato Roveratti.


Veja fotos do evento

 

ESPECIALISTA ALERTA SOBRE POLUIÇÃO
por: Leslie Cia Silveira (Jornal O Liberal - Americana, 22.03.2011)


Doutora em microbiologia ambiental, Brigida integra um grupo de estudos que analisa as águas do Quilombo. Um levantamento realizado em cinco pontos do ribeirão, em 2010, desde a nascente em Campinas à foz, em Americana, mostrou resultados alarmantes devido à alta carga de poluentes. As medições conduzidas pelos acadêmicos do Laboratório de Análises de Efluentes e Recursos Hídricos apontaram uma concentração assustadora de fósforo nas águas do Quilombo. O despejo foi medido e atingiu nada menos que cinco toneladas de fósforo jogados pelo Quilombo no Rio Piracicaba. 


ESGOTOS


Os efluentes domésticos continuam sendo o grande vilão dos rios e córregos e também são a maior fonte de geração de fósforo e nitrogênio (elementos presentes nas fezes e urina e nos detergentes usados em limpeza doméstica, entre outros  subprodutos das atividades humanas).

 Brigida lembrou que as autoridades públicas precisam agir em relação à invasão urbana nas margens dos mananciais. "Há submoradias que ficam praticamente dentro da água e os canos de esgoto in natura caem diretamente nos rios. Essa é uma realidade bastante comum no Quilombo", destacou.

 As invasões na mata ciliar trazem outras consequências, como a destruição da vegetação, que tem a função de evitar a erosão, e o assoreamento dos corpos hídricos. Segundo Brigida, a destruição da mata ciliar compromete-se muito à área de recarga dos aquíferos. "A vegetação segura o lixo e reduz a velocidade das enxurradas", explicou a especialista.

Sobre os lixos descartados de maneira aleatória e inconsequente nas ruas e terrenos baldios, a professora chamou a atenção sobre o entupimento dos bueiros, as inundações das ruas e o carreamento de todo o lixo e entulho para dentro dos mananciais.